Aneurisma cerebral

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Por Maramélia Miranda ** (Atualizado em Julho 2017)

O que é aneurisma cerebral? O aneurisma cerebral é uma alargamento localizada de uma pequena porção de uma artéria intracraniana. A importância e o perigo de se ter um aneurisma cerebral é possibilidade deste se romper e causar um Acidente Vascular Cerebral (AVC) do classe hemorrágico, com sangramento intracraniano nos espaços entre o cérebro e as membranas que o revestem, chamadas meninges. Por consequência, o sangramento de um aneurisma cerebral é genericamente chamado também de hemorragia subaracnoidea, ou a sigla HSA.Cerebral_aneurysm_NIH

Sintomas. Tudo Sobre TOXINA BOTULÍNICA maior parte dos aneurismas cerebrais só dão sintomas enquanto rompem, e ocasionam o sangramento intracraniano. O principal sintoma da ruptura de um aneurisma cerebral é a dor de testa bastante possante, e também constantemente súbita, frequentemente descrita pelos pacientes como “a pior dor de cabeça da vida”, ocorrendo muito intensa de um minuto para o outro, muitas vezes usuária a uma sensação de ilegalmente-estar, suores frios, náuseas e também vômitos, ou até desmaio na hora da dor (hora exata da ruptura do aneurisma). Muitas vezes a dor é tão forte ou o sangramento é tão extensa que a pessoa simplesmente desmaia e também entra imediata em coma, na exata hora da ruptura do aneurisma.

Menos comumente, pode haver alguma paralisia focal, de um lado do corpo, convulsões, diferença da visão, queda de uma das pálpebras (sem conseguir abri-la espontaneamente). Como dito supra, boa parte dos pacientes podem ter um defeituosamente-estar repentino com coma, de forma imediata posteriormente o rompimento do aneurisma. Daí a importância do reconhecimento rápido nos casos mas leves, para a internação, identificação e correto tratamento da doença. Quando ainda não romperam, apenas os aneurismas cerebrais maiores podem, ocasionalmente, comprimir alguma estrutura do cérebro e fomentar alguma paralisia, mais comumente do olhar, do fechada e também brecha das pálpebras, ou do tipo tontura ou fala enrolada, ou até mesmo dores de cabeça intermitentes, fortes e rápidas, que brotam aos esforços físicos. São casos mas raros de sobrevir. É raro um aneurisma cerebral causar dores de moleira como as que podemos ter no nosso dia-a-dia, daquelas dores que tomamos remédios e também logo a dor passa.

Ultimamente, vários pacientes descobrem, involuntariamente, que apresentam um aneurisma cerebral, em exames de rotina para investigar outros obstáculos (vide aquém – Aneurismas não-rotos).

tipos de aneurismas

Fatores de risco para os aneurismas cerebrais. Os principais são: idade mas avançada, hereditariedade, tabagismo, hipertensão arterial (sobretudo se não controlada), histórico de doença renal policística, uso excessivo de álcool, uso de cocaína e também presença de aterosclerose. Pessoas com histórico familiar de aneurisma cerebral, sobretudo parentes de primeiro proporção, podem ter maior predisposição, como pequeno número de doenças do colágeno, ou quem tem malformações arteriovenosas em outros lugares, e também doença policística dos rins. É muito estabelecida a relação entre o tabagismo e a ruptura de aneurismas cerebrais. Esta associação é possível que ser inevitável. Dos fatores de risco ditos que podem ser mudados, sem dúvida o tabagismo é um dos mas fortes deles.

Aneurismas cerebrais rotos – Hemorragia subaracnoidea (HSA). TOXINA BOTULÍNICA no Tratamento -se de uma das grandes emergências neurológicas e também neurocirúrgicas. Os pacientes devem ser levados de imediato à urgência, e internados em UTI, se possível em hospitais com experiência no tratamento de aneurismas cerebrais. Logo nas primeiras horas, a conduta preventiva para as complicações como o ressangramento e a hidrocefalia devem ser tomadas pela equipe médica. A recomendação principal em casos de aneurismas cerebrais que rompem é, continuamente que provável, de se olhar o aneurisma cerebral até o sumo de 3 dias depois a sua ruptura, de preferência nas primeiras 48 horas posteriormente a ruptura.

Exames. Os primordiais exames a serem feitos, logo na ingressão do enfermaria, são a tomografia do crânio, junto ou não com a angiotomografia. Enquanto possível, uma ressonância magnética do crânio pode ser solicitada, especialmente nos casos de aneurismas piores. Enquanto o sangue da ruptura do aneurisma não pode ser visto na TC de crânio, mas o painel médico é bastante fascinante de ruptura de aneurisma, uma punção liquórica resolve a incerteza diagnóstica. Na maior parte dos casos, também é feita a angiografia cerebral, um tipo de cateterismo para imaginar em detalhes o lugar e forma do aneurisma cerebral roto. De qualquer forma, o mínimo para se avaliar e tratar o aneurisma cerebral é quando menos uma tomo e uma angiotomografia cerebral.

Tratamentos possíveis. Com o avanço nas técnicas de neurocirurgia e também endovasculares, atualmente há a possibilidade de 2 tipos de tratamento dos aneurismas cerebrais:

— Cirurgia neurológica: Clipagem do aneurisma com microcirurgia intracraniana;

— Tratamento endovascular: Embolização ou fechamento / oclusão do aneurisma com stents e também / ou molas intracranianas.

coil aneurism clip aneurysm

Exemplos de embolização (à esquerda) e clipagem de um aneurisma (à direita).

Este e aquele os tratamentos são bastante efetivos, e a escolha de qual método será fato depende bastante da forma, tamanho, anatomia e também sítio onde está o aneurisma no cérebro. Em centros de primazia, esta decisão envolve a discussão conjunta entre neurologistas vasculares, neurocirurgia e também neurorradiologistas intervencionistas. Daí parte-se para o que será melhor para qualquer caso. Em locais com menos recursos, a decisão envolve também a experiência do profissional que irá olhar o impecilho.

Estudos e pesquisas dos últimos anos na dimensão de tratamento dos aneurismas cerebrais mostram que, quando é provável lidar um aneurisma cerebral por método endovascular (cateterismo) e também também por cirurgia (clipagem do aneurisma), se as duas formas podem ser feitas com a mesma facilidade (ou complexidade técnica), e também os profissionais envolvidos tiverem igual experiência e taxas baixas de complicações, a preferência deve ser para a embolização / clipagem do aneurisma, resguardadas condições iguais de expertise da equipe médica e cuidados de UTI. Número reduzido de tipos de aneurismas vão melhor com tratamento neurocirúrgico – clipagem (a título de exemplo, aneurismas da artéria cerebral média); outros vão melhor com terapia endovascular – stents ou embolização (eg, aneurismas fusiformes da carótida e também aneurismas do pináculo da artéria basilar).

Aneurismas não-rotos, ou incidentais. Chamamos desta forma aqueles aneurismas cerebrais que são “descobertos” ou “achados” incidentalmente em exames de rotina, ou indicados por causa de outros obstáculos neurológicos. São os aneurismas que não deram nenhum sintoma – achados “acidentalmente” quando se faz um inspecção de imagem toxina botulínica . Ultimamente, com a ampla desocupação de exames não invasivos, todo vez mais temos vistos estes casos.

Nesta situação, a primeira coisa a fazer é ter calma, pegar seus exames e também regressar / marcar com um neurovascular, neuroclínico e/ou neurocirurgião, para seja feita uma estimativa de se este aneurisma casual tem ou não maré de romper. A maior parte dos aneurismas cerebrais bastante pequenos apenas são acompanhados, e nada acontece com os pacientes. Existem agora escores, escalas clínicas baseadas em estudos de seguimento de pessoas que resolveram não tratar seus aneurismas, que conseguem “prezar” o risco de um aneurisma cerebral se romper. AQUI você é possível que descobrir e também calcular o seu contagem – quer dizer, o risco de um aneurisma se romper. É muito fácil calcular. Somente siga as pontuações e também calcule o final. Lembrando que:

1 – Só faça o seu escore se você possuir um aneurisma cerebral;

2 – Se você não for do Japão ou Finlândia (países com taxas muito altas de aneurismas e rupturas de aneurismas cerebrais), o sumo de risco que é possível que ter é 3,2% em 5 anos… Quer dizer, já é muito baixo, mas trata-se de uma situação que deve ser discutida com o neurovascular.


Vasoespasmo. Este é um dos primordiais fatores que pode complicar a evolução em um paciente que tem uma ruptura de um aneurisma cerebral. O vasoespasmo acontece provavelmente por reação das artérias ao sangue que extravaza no cérebro, e acontece frequentemente entre o quinto até a segunda, terceira semana posteriormente a ruptura. Há tratamentos que podem prevenir, e também coisas a se fazer enquanto o vasoespasmo acontece. Um dos primordiais exames para sua detecção e acompanhamento é o Doppler Transcraniano, realizado no leito, com o paciente na UTI.

Lembrando… A maioria dos aneurismas cerebrais, ainda que toda a seriedade do que pode ser uma hemorragia meníngea, acabam não rompendo ou causando problemas. Falo cá particularmente daqueles menores em locais mais favoráveis. O melhor a fazer é escolher um bom profissional e também conversar relativamente das suas opções.

Fonte das imagens: Mayfield Clinic; Wikipedia; Longwood Blogue.

** Dra. Maramélia Miranda é neurologista com formação pela UNIFESP-EPM, especializada em AVC e também Doppler Transcraniano, editora do blogue iNeuro.com.br.

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